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25 dezembro, 2009

Catálogo #5

Eu prometi pra mim mesmo que não iria indicar filmes de Natal. Mas eu não resisto...
Rápido e caceteiro:

http://www.wavplanet.com/bad_santa_2003.jpg # Papai Noel Às Avessas (Bad Santa, EUA, 2003), de Terry Zwigoff.
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http://mixentretenimento.files.wordpress.com/2009/06/feliz-natal-poster.jpg # Feliz Natal (Joyeux Noël, França, 2005) de Christian Carion.
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https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhe7NpVTW7sY6AP1cc0v62gWb0uqxBozhIR1Y-9nArEubEdeysXuM-25CxLtfJOC9YFb1mUAfgp2xVfub-LiQ5y4H-dEsEiBerczGZDuFztKeU6r_8vHR-4U53zO1iAh3WotNTxX_36MmFr/s400/a+felicidade+n%C3%A3o+se+compra.jpg
# A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life, EUA, 1946), de Frank Capra.
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http://cinemacomrapadura.com.br/filmes/imgs/expresso_grande.jpg # O Expresso Polar (The Polar Express, EUA, 2004), de Robert Zemeckis.
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Assista sem medo!

Chega!

30 julho, 2009

Catálogo #3

“João que amava Maria, que amava José, que amava Antônio, que amava Ana, que amava Totó e Rex.” Exceto pela parte final da frase (eu não poderia deixar passar!), é essa a história do ousado Regras da atração (The rules of attraction, 2002, 110 min. Direção e roteiro de Roger Avary. Com: James Van Der Beek, Shannyn Sossamon e Ian Sommerhalder).

Baseado no livro do escritor Brett Easton Ellis (autor de Psicopata Americano, também adaptado para o cinema e altamente recomendado), o filme tem um enredo que, apesar de satirizar costumes com uma acidez corrosiva, se revela também bastante realístico ao retratar com fidelidade e honestidade seus personagens e suas atitudes. Estes não são pintados de maneira estereotipada nem têm seus defeitos amenizados, o que é uma grata surpresa para um filme vendido como “comédia dramática”.

A história se passa num campus universitário, onde estudam Sean, Lauren e Paul. Sean Bateman (James Van Der Beek, bem distante de Dawson’s Creek), ganha uns trocados extras vendendo drogas para os burgueses de sua faculdade, enquanto tenta evadir-se da dívida com seu irascível fornecedor. Ele passa a receber bilhetes de amor anônimos e logo imagina que estes vêm de Lauren Hynde (Shannyn Sossamon), por quem se apaixona rapidamente. Lauren se sente atraída por Sean, sim, mas fantasia perder a virgindade com seu suposto namorado quando este chegar de sua viagem à Europa. Quem acaba apaixonado por Sean mesmo é Paul Denton (Ian Somerhalder), um homossexual que não vem tendo muita sorte em suas conquistas.

“Um filme de arte para adolescentes”, é assim que o diretor Roger Avary (co-roteirista de Pulp Fiction, ao lado de Quentin Tarantino) define seu longa. A frase é muito feliz, pois tanto se trata de um filme de alta qualidade artística, quanto pode ser visto sem muitas reclamações pelos adolescentes (embora eu acredite que seja mais bem aproveitado por adultos).

Para ver o trailer, clique aqui (requer Real Player)

Por que você deve ver:
O filme conta com um roteiro mordaz e inteligente, com ótimas atuações e com a direção inventiva e vivaz de Roger Avary, que cria um longa visualmente rico e muito distante do convencional.
Por que você pode não gostar:
O filme trata de sexualidade e de desencontros nos relacionamentos. Por isso, é menos uma história de sucessos e mais um libelo sobre tentativas e fracassos. Além do mais, cenas de sexo podem repelir os mais pudicos, embora isso seja pouco relevante. Finalmente, embora a montagem seja um dos pontos altos do filme, ela pode deixar confusos os menos atentos.
Veja com atenção: a estrutura criativa das cenas e, em particular, uma sofisticada movimentação de câmera que acompanha Sean e Louren em telas divididas, para fundir as imagens em seguida.

Se ainda não viu, experimente!

10 junho, 2009

Catálogo # 2

Como o dia dos namorados vem vindo, hoje temos um especial da série “Catálogo”, só com filmes de amor. Se você é mulher e gosta desse tipo de filme (a maioria gosta), provavelmente vai apreciar a lista. Se você é homem, tenha calma, eu juro que não vai doer nada, dê um voto de confiança (você ainda marca uns pontos extras com sua parceira).

Um dos grandes pesadelos de nós homens é ter que assistir aos filmes de amor açucarados que as mulheres costumam escolher. Não quero menosprezar a inteligência das mulheres por terem o coração maior do que o cérebro, até porque os homens, em sua maior parte, além de não terem coração também não têm cérebro, o que nos deixa em grande desvantagem...

De todo modo, acredito que os filmes abaixo podem satisfazer mulherzinhas e machões, pois as suas doses cavalares de amor não sacrificam aquilo que os filmes devem ter de melhor: uma história boa e bem contada. Acompanhe.

# Harry e Sally – Feitos um para o Outro (When Harry Met Sally, 1989. Direção de Rob Reiner. Com Billy Cristal e Meg Ryan) - O gênero comédia romântica é um dos que mais geram filmes ruins em Hollywood. A trama é sempre a mesma, as desavenças do casal são artificiais e nada verossímeis. Mas com Harry e Sally a coisa é bem diferente. Um dos grandes expoentes do gênero, este filme memorável coleciona diálogos inteligentes e humor refinado, numa história sobre relacionamentos que explora a guerra dos sexos e os limites entre a amizade e o romance.



# Antes do Amanhecer (Before Sunrise, 1995. Direção de Richard Linklater, com Ethan Hawke e Julie Delpy) - Eles se conhecem por acaso numa terra estrangeira para ambos e se apaixonam num só dia. A química entre os dois personagens é estabelecida pelo diálogo que eles mantêm ao longo de todo o filme. Recomendadíssimo!







# Antes do Pôr-do-sol (Before Sunset, 2004. Direção de Richard Linklater, com Ethan Hawke e Julie Delpy) - Bela continuação do filme anterior. Agora eles exploram o hiato deixado no final do primeiro filme. Talvez alguns fiquem frustrados com este, por subverter as expectativas mais comuns, mas basta um pouco de imaginação para que o final seja encarado com bons olhos.





# Wimbledon – O Jogo do Amor (Wimbledon, 2004. Direção de Richard Loncraine. Com Paul Bettany e Kirsten Dunst) - Como em toda comédia romântica, aqui não há sequer uma novidade, você já saberá de tudo o que vai acontecer desde o momento em que olhar para capa na estante da locadora. Isso não significa, contudo, que o filme não seja eficiente e interessante e acrescente idéias novas à fórmula. Não se engane com o subtítulo horroroso, pois vale a pena ser visto.





# Simplesmente Amor (Love Actually, 2003, Direção de Richard Curtis. Com grande elenco) - O mesmo vale para este filme. É previsível, mas satisfatório. Conta a história de vários personagens que têm em comum o fato de terem sido “infectados” pelo “vírus” do amor. Poderia ser um pouco mais enxuto, com uma ou duas subtramas a menos, mas isso não chega a ser um problema.





# Corações Apaixonados (Playing by Heart, 1998. Direção de Willard Carroll. Com grande elenco) - Da mesma maneira que em Simplesmente Amor, neste também existem várias subtramas. Os diálogos são bons, o elenco é excelente e a história funciona muito bem. Fica tudo suspenso até o desfecho da narrativa.






# Cidade dos Anjos (City of Angels, 1998. Direção de Brad Silberling. Com Nicholas Cage e Meg Ryan) - História de um anjo que se apaixona por uma mortal e decide abraçar a mortalidade para viver com a amada, dando a ela muito mais do que amor. Refilmagem do clássico Asas do Desejo, do alemão Wim Wenders, não deve ao original mais do que a sua importância histórica.





Se ainda não viu, experimente.


Update: Sempre que eu for lembrando um novo filme, vou acrescentando aqui, ok?

Diário de Uma Paixão

Despedida em Las Vegas
Brokeback Mountain
Quem Vai Ficar com Mary?
O Diário de Bridget Jones
Encontros e Desencontros
Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças
Tinha que Ser Você
Nosso Amor do Passado

Te Amarei Para Sempre
Agentes do Destino
Amor Sem Escalas
O Amor Custa Caro
Desejo e Reparação